Festival de Gastronomia de Santarém com subida de 8% nos visitantes

O maior festival de gastronomia do País, que se realiza anualmente em Santarém, teve este ano um acréscimo de cerca de 8% no número de visitantes.

"Contámos este ano com mais cerca de 2.500 visitantes no festival, atingindo um total de 32.823 pessoas", revelou Luís Farinha, vereador da Câmara Municipal de Santarém com o pelouro do Turismo e um dos organizadores do certame, em declarações ao Jornal Económico.

"O balanço foi positivo, conseguimos cumprir os objetivos traçados para este ano. Procurámos dar a conhecer os sabores do mar e para isso envolvemos nove municípios no festival, o que, de certa forma, veio substituir o anterior papel das regiões de turismo", explica o autarca.

De 21 de outubro a 1 de novembro decorreu a 36a edição do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém, dedicado ao peixe.

Aveiro (algas), Nazaré (peixe seco), Castro Marim (sal), Esposende (polvo), Santiago do Cacém (enguias), Setúbal (choco frito), Matosinhos (conservas), Peniche (peixe fresco) e Olhão (marisco) foram as autarquias em destaque nesta última edição do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém, para promover os sabores do peixe e do mar português.

"Esta é uma aposta que iremos reforçar no futuro porque faz todo o sentido, convidando mais municípios a participar no festival", sublinha Luís Farinha, embora ainda não se saiba o tema que irá dominar o festival gastronómico de Santarém em 2018.

Com um orçamento de 250 mil euros, a edição deste ano do festival destacou-se ainda pela participação de 12 restaurantes de várias regiões do País, 31 artesãos, mais de 60 produtores de vinho (provenientes de outros tantos municípios e de oito regiões vitivinícolas), oito expositores de doçaria regional, 15 agroprodutores, 16 grupos de animação e a realização de 21 ações de ?live cooking' e provas enogastronómicas.

Um outro grande desafio lançado por Luís Farinha para a edição do festival gastronómico no próximo ano "é solicitar aos responsáveis dos restaurantes que apresentem um espaço mais qualificado, sensibilizá-los para um maior cuidado no espaço da restauração, por exemplo, ao nível do mobiliário e da decoração, para conseguirmos ter a mesma oferta que já conseguimos nos últimos anos na praça do petisco, com as tasquinhas".

 

 

in Diário Economico

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