Sindicato dos CTT classificam rescisões como despedimentos encapotados

A notícia está a ser avançada pela RTP 3. Os trabalhadores dos Correios consideram que as rescisões amigáveis que os CTT pretendem fazer com 75 funcionários, não passam de despedimentos encapotados. O Sindicato diz que “não vai baixar os braços e admite pedir reuniões ao Governo, aos partidos e à autoridade reguladora das comunicações”. Estava previsto que os 75 trabalhadores começassem a responder na quarta-feira à empresa.

José Oliveira, dirigente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT), disse à agência Lusa que se trata de “um despedimento encapotado, que os trabalhadores não irão aceitar”.

“A empresa quer despedir trabalhadores quando faltam trabalhadores em vários setores, mas nós vamos denunciar isto amanhã, numa conferência de imprensa, e vamos pedir reuniões ao Governo, aos grupos parlamentares e ao regulador do setor, a ANACOM, para lhes dizer que está a ser sacrificada a qualidade do serviço prestado pelos CTT”, afirmou José Oliveira.

Os representantes dos trabalhadores denunciam ainda as ameaças que têm sido feitas, nos casos em que os funcionários rejeitam o acordo.

in Diário Economico

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