Pharol cai mais de 25% em seis dias

Numa fase de incerteza quanto ao futuro da Oi, a Pharol deslizou mais de 11% esta terça-feira. As ações da Pharol caíram 11,48% chegando aos 0,185 euros, elevando para 25,4% a queda nos últimos seis dias, naquele que é considerado o ciclo de quedas mais pronunciado desde o início do ano.

Esta queda colocou a Pharol com uma perda superior a 14% desde o início do ano.

A Oi também está em forte queda, devido à grande incerteza acerca do desenrolar da situação financeira da operadora de telecomunicações brasileira que se encontra sob proteção contra credores.

Ontem, as ações da Oi não negociaram por ser feriado de Proclamação da República e ontem, foi anunciado pela Globo que, o fundo americano Elliott Management, do milionário Paul Singer, está a pensar injectar 2,7 mil milhões de euros (10 mil milhões de reais) e adquirir 60% da empresa, uma proposta elaborada pelo fundo em conjunto com a Boston Consulting e com a francesa Lazard.

A proposta resultará na permanência de apenas 20% da Oi nas mãos dos atuais acionistas, um valor inferior aquele detido atualmente só pela Pharol.

A "Folha de São Paulo" anunciou que o governo brasileiro está à tentar atrair novos investidores como alternativa para a Oi, chegando mesmo a contratar consultores para ajudarem na operação.

Segundo informou a Bloomberg, o grupo de detentores de obrigações da Oi desintegrou-se, o que aumenta as dificuldades em conseguirem recuperar parte do investimento feito em dívida da brasileira.

in Diário Economico

Ver original


Parcerias

Arquivo